terça-feira, 2 de setembro de 2014

ROTINA




A importância da rotina na educação infantil


Fernanda Mallmann

As escolas possuem uma rotina e é por meio dela que os professores, alunos e toda a comunidade escolar desenvolvem o seu trabalho.  Podendo assim dizer que rotina escolar significa desenvolver o trabalho diário por meio de horários, tarefas pré-estabelecidas e atividades cotidianas organizadas da melhor forma possível.
Para a criança, é fundamental que exista uma rotina para que ela se sinta segura, possa desenvolver a sua autonomia assim como, ter o controle das atividades que irão acontecer, é importante, ver a criança como um sujeito histórico e social, capaz de desenvolver suas curiosidades, afetos, sentimentos, amizades e sua identidade cultural.
A idéia central é que as atividades planejadas devem contar com a participação ativa das crianças garantindo às mesmas a construção das noções de tempo e de espaço, possibilitando-lhes a compreensão do modo como as situações são organizadas e, sobretudo, permitindo ricas e variadas interações sociais”. (DIAS, 2010, p. 13).
O período que a criança passa pela Educação Infantil, segundo Thiessen e Beal (1998, p. 10), é muito importante para “a construção dos alicerces de sua afetividade, socialização e inteligência e, conseqüentemente, de seu desenvolvimento integral e harmônico”.  É nesse nível de ensino que a criança começa a trabalhar suas habilidades, hábitos, atitudes e atividades psicomotoras que vão preparando-a física e mentalmente num grau crescente, que deve ser aperfeiçoado à medida que a criança se desenvolve.
Nas escolas de Educação Infantil, a rotina torna-se um fator de segurança, pois orienta as ações das crianças e dos professores favorecendo a previsão de situações que possam vir a acontecer. Isso não significa que se deve transformar o dia-a-dia escolar em uma planilha com atividades rígidas e inflexíveis, mas sim adequar às atividades diárias ao ritmo da escola, das crianças e do professor. Portanto, a rotina pode e deve sofrer modificações e inovações quantas vezes forem necessárias. Barbosa afirma que:
 “A rotina é compreendida como uma categoria pedagógica da Educação Infantil que opera como uma estrutura básica organizadora da vida cotidiana diária em certo tipo de espaço social, creches ou pré-escola. Devem fazer parte da rotina todas as atividades recorrentes ou reiterativas na vida cotidiana coletiva, mas nem por isso precisam ser repetitivas”. (BARBOSA, 2006, p. 201).
A rotina é uma prática com diferentes ações que ocorrem em nosso cotidiano e ela possibilita que a criança oriente-se na relação espaço/tempo, reconhecendo seu andamento, dando sugestões e propondo mudanças. Levando em consideração as necessidades da criança, é fundamental que dentre os elementos que compõem a rotina façam parte os horários de alimentação, higiene, escovação de dentes, calendário, chamada, roda de música, oração, momento da novidade, ajudante do dia, hora do conto, repouso, atividades lúdicas e significativas, jogos diversificados como faz-de-conta, exploração de diversos materiais, ou seja, atividades que estimulem o desenvolvimento da criança. (MASSENA, 2011).
A rotina escolar não pode ser tratada de uma forma mecânica, pelo contrário, toda atividade desenvolvida e os horários e espaços determinados para a realização das ações devem ser planejadas visando favorecer o trabalho pedagógico e as necessidades das crianças.



-BARBOSA, Maria C. S. A Rotina nas Pedagogias da Educação Infantil: dos binarismos à complexidade,Currículo sem Fronteiras, v.6, n.1, p. 56-69, Jan/Jun2006.
-MASSENA, Renata S.Entrelaçamentos Entre as Concepções do Educar e do Cuidar na Educação Infantil.
-THIESSEN, Maria Lucia; BEAL, Ana Rosa.Pré-Escola, Tempo de Educar. São Paulo: Ática, 1998.            

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

A matemática do dia a dia



A matemática do dia a dia


Vera Maria Schaab Diering


A matemática é uma ciência que relaciona o coerente e o pensativo com situações práticas habituais. Ela compreende pela veracidade dos fatos através de técnicas precisas e exatas. Ao longo da história a matemática foi sendo construída, aperfeiçoada, organizada em teorias válidas e utilizadas atualmente. Ela segue em sua constante evolução, investigando novas situações, estabelecendo relações com os fatos e acontecimentos cotidianos. As necessidades diárias, contar, verificar preços, fazer compras, pagar e receber troco, fazer receita de bolo, ler uma bula de medicamentos, entre tantas outras, nos conduzem ao uso do raciocínio e ao desenvolvimento da inteligência. Identificar situações-problemas, buscar dados, informações e resolvê-las. É a matemática presente na vida, mostrando inclusive, sua utilidade social, quando oferece instrumentos efetivos para que o sujeito possa aplicá-la, e consequentemente atuar em todas as atividades, de modo eficaz.
A introdução à matemática deve começar desde muito cedo na vida de uma criança, apresentando diversas cores, formas, e tamanhos. Com o passar do tempo, quando a criança vai evoluindo em suas aprendizagens, é possível juntar e colar figurinhas, reunir diferentes objetos da mesma natureza. É uma forma de introduzir diversos conteúdos matemáticos através do lúdico e do brincar.
Depois que a criança já está maior, para favorecer o processo de construção do número, é importante que o professor explore diferentes situações do cotidiano e proponha atividades e jogos para que as crianças, além de construírem noções matemáticas, possam construir e estabelecer relações entre as diferentes situações. O que temos de diferente? Qual tem mais? Qual tem menos? Quanto ao todo? É oportunizar aos alunos uma reflexão para que percebam a situação-problema, mas o caminho para a solução cada aluno construirá o seu, através do entendimento que construiu da situação. ‘É importante destacar que a Matemática deverá ser vista pelo aluno como um conhecimento que pode favorecer o desenvolvimento do seu raciocínio, de sua sensibilidade expressiva, de sua sensibilidade estética e de sua imaginação''(PCN's,1997p.142). A busca de soluções para resolução de situações-problemas que surgem durante o dia a dia que levam o aluno a estabelecer novas relações, a refletir sobre seus procedimentos e a argumentar sobre as diversas formas de organização, possibilitam um avanço em suas aprendizagens.
Na fase inicial do processo de construção do número, a representação das quantidades deve possibilitar o emprego de recursos mais próprios e espontâneos da criança, como o uso de dedos das mãos e a contagem de outros materiais do habitual de seu dia a dia. È uma forma de estudar partindo do concreto e da realidade da criança. As crianças precisam dar sentido à representação da quantidade, registrando-a com recursos simbólicos que lhes tenham significação para, então, pesquisarem as convenções sociais e empregarem significados no registro da quantidade.
Esta cada vez mais evidente que os alunos precisam desenvolver uma inteligência, essencialmente prática, que permite reconhecer problemas, buscar e selecionar informações, tomar decisões, e desenvolver uma ampla capacidade para lidar com a matemática. Quando esta capacidade é potencializada pela escola, a aprendizagem apresenta melhores resultados.
No entanto, apesar dessa evidência, tem-se buscado sem sucesso, uma aprendizagem em matemática pelo caminho da reprodução mecânica de procedimentos e da acumulação de informações. Muitas vezes mesmo que o professor use os materiais didáticos disponíveis, se não conseguir transmitir o verdadeiro significado da matemática para a vida de cada sujeito, e não for capaz de proporcionar uma aprendizagem significativa, a aula torna-se artificial e sem sentido para a aprendizagem dos alunos. E isto vai acumulando de ano para ano, até que por fim, ninguém mais gosta da matéria (aluno e professor) e as aulas tornam-se monótonas.
''Para tal, o ensino de Matemática prestará sua contribuição à medida que forem exploradas metodologias que priorizem a criação de estratégias, a comprovação, a justificativa, a argumentação, o espírito crítico e favoreçam a criatividade, o trabalho coletivo, a iniciativa pessoal e a autonomia advinda do desenvolvimento da confiança na própria capacidade de conhecer e enfrentar desafios.” (MEC/SEF, 1997, p.31)
É fundamental não subestimar a capacidade dos alunos, reconhecendo que resolvem problemas, às vezes complexos, lançando mão de seus conhecimentos sobre o assunto e buscando estabelecer relações entre o já conhecido e o novo. Quanto mais o professor investir e acreditar na capacidade dos seus alunos, instigando a busca de novas aprendizagens, melhores serão os resultados em sala de aula. Teremos alunos mais interessados e motivados, com vontade de aprender cada vez mais porque já perceberam que a aprendizagem está fazendo sentido e diferença na vida deles.
O significado da matemática para o aluno também resulta das conexões que ele estabelece entre as demais disciplinas e suas ações no dia a dia em seu cotidiano. O estabelecimento das relações é tão importante quanto à exploração dos conteúdos matemáticos, pois se abordados de forma isolada, os conteúdos podem acabar representando muito pouco para a aprendizagem do aluno, principalmente para a sua vida pessoal, no dia a dia em sociedade. É preciso haver uma interdisciplinaridade entre ambos.
A matemática é uma das ciências mais aplicadas em nosso cotidiano. Um simples olhar ao nosso redor e notamos a sua presença nas formas, nos contornos, nas mediadas. As operações básicas são utilizadas constantemente, e os cálculos mais complexos são concluídos de forma prática com base nos princípios da ciência.
Referências:
PARÂMETROS Curriculares Nacionais(1ª a 4ª série): matemática/Secretaria de Educação. Educação Fundamental. Brasília: MEC/ SEF,1997.
PARÂMETROS Curriculares Nacionais: matemática/ Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/ SEF,1998.
Pensamento lógico e expressões formais da lógica;Rogéria Novo da Silva – disponibilizado no box ECO V 2013/2
Revista do professor;Porto Alegre – Abril/Junho 2003

A PEDAGOGIA E A DROGADIÇÃO - ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL



Adão Carvalho

Todos os dias leio no jornal local e assisto em diversos telejornais notícias sobre a violência urbana atrelada à drogadição.
Como complemento ao meu sofrimento de ver a degradação humana próxima de mim, pelas ruas, por onde ando, encontro jovens e adultos, com o olhar perdido, sem perspectiva de vida, com o único objetivo, conseguir mais uma dose de sua droga, eles, em muitas vezes, abordam transeuntes, pedem dinheiro, oferecem badulaques, sem valor, tudo com o intuito de conseguir alguns trocados para sustentarem seus vícios, quando não conseguem, tornam-se violentos, assaltam, e, até matam, se preciso for.
O estado, a família, a escola e a sociedade estão implicados neste fenômeno social e educativo porque a violência emergida a partir do álcool e da drogadição desarticula o contexto social, esfria relacionamentos entre os sujeitos empobrecendo as interações e o protagonismo, comprometendo às aprendizagens.
Os adultos e a juventude, em momentos de sofreguidão existencial buscam apreender a alucinogidade de entorpecentes para se ajustarem no mundo em que vivem, todavia, não percebem o terreno movediço que adentram, e, ao abismo em que se submetem.
As escolas devem possuir em seus quadros funcionais Pedagogos habilitados na Orientação Educacional trabalhando a “Prevenção” na educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, educação profissional e EJA, dialogando, diariamente,com a família, a comunidade escolar e seu entorno fortalecendo vínculos educacionais com abordagem pedagógica libertadora porque me pergunto quando encontro drogaditos, será que lhes faltou orientação?
È oportuno questionar o papel da escola diante do contexto psicossocial, com intencionalidade jurídica prescrita, de autonomia e cidadania ao alunado, não estou responsabilizando, tão somente, a escola, mas, é provável que a prática social que lhe é atribuída. articular-se à estratégias de integração com o entorno e a sociedade ressignificando a construção e reconstrução de saberes, lapidação de conhecimentos preexistentes.
Não podemos perder nossa juventude para o traficante, temos que cumprir com nosso papel de “Educadores e Formadores de homens” pois, penso que o traficante também orienta e educa a juventude, para o mal, é um líder negativo, usa estratégias e metodologias, obscuras, se apropria do processo educativo/formativo, criminoso, trabalhando contra toda a sociedade. O governo e seus entes federados se esforçam para cumprir com a sua responsabilidade e atender as demandas através dos Centros de Atenção Psicossocial de Álcool e outras Drogas, oferecendo atenção integral ao usuário deste serviço de saúde e educação, e, compondo as equipes multiprofissional de atendimento, está o PEDAGOGO com a atribuição de desenvolver atividades, educativa e formativa, guiando homens e mulheres, crianças, jovens, adultos e idosos em caminhos seguros. O Pedagogo nos conduz nas veredas e mananciais do saber, libertando-nos das amarras da ignorância e dos grilhões do sofrimento, os seus ensinamentos aclimatizam nossas vidas, e, nos orientam na caminhada, mesmo que tenhamos momentos sombrios, e, exitemos em vacilar, lembremos do nosso mestre pedagogo, seguiremos em frente, compartilhando aprendizagens, cooperando com homens e mulheres que nos acolherem, motivados pelo conhecer e o amar, embasados nas matizes da solidariedade.
Todavia, não almejo adentrar no jardim do Éden, tampouco, colher o fruto do conhecimento proibido, se no momento, não tenho discernimento para isso, mas, posso visualizar, meu descansar à sombra da Árvore da Sabedoria, evocando a liberdade e a autonomia do Ser, é provável, que eu habite territórios, por longos dias, ensinando e aprendendo, eis aqui, possibilidades ou utopia?



Referências:
Metodologia do Conhecimento Científico – Demo,Pedro O Saber em Jogo – Fernández,Alícia
http://www.diariodoprofessor.com/2012/10/20/o-que-faz-o-pedagogo-na-escola-sera-que-
voce-sabe-mesmo/ - acesso em 17.02.2014
Bíblia Sagrada- Salmo 23 – Tradução para o português João Ferreira de Almeida – Sociedade
Bíblica do Brasil – Casa de publicação das Assembleias de Deus.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Musicalização





A musicalização na Educação Infantil
Grasiele Lenz


A criança entra em contato com os sons antes mesmo de seu nascimento, desde o momento da concepção ela já é exposta aos sons intra-uterinos, à voz materna também constitui material sonoro. As crianças interagem permanentemente com o ambiente sonoro que o envolve e com a música, já que ouvir, cantar e dançar são atividades presentes na vida de quase todos os seres humanos, ainda que de diferentes maneiras.
A música vem ainda contribuir para a formação do individuo como um todo. Por meio da música, a criança entrará em contato com o mundo letrado e lúdico. Sendo assim, observa-se a importância do valioso instrumento que é a música, no qual deve ser trabalhado e estimulado para provocar no educando possibilidades de criar, aprender e expor suas potencialidades.
O principal objetivo da educação musical é musicalizar, isto é, fazer o indivíduo sensível e receptivo ao som sonoro, promovendo respostas musicais. Para Bréscia (2003) a musicalização é um processo de construção do conhecimento, que tem como objetivo despertar e desenvolver o gosto musical, favorecendo o desenvolvimento da sensibilidade, criatividade, senso rítmico, do prazer de ouvir música, da imaginação, memória, concentração, atenção, autodisciplina, do respeito ao próximo, da socialização e afetividade, também contribuindo para uma efetiva consciência corporal e de movimentação.
As atividades de musicalização permitem que a criança conheça melhor a si mesma e melhore sua comunicação com o outro. Nos dias atuais, com o predomínio dos recursos visuais, as crianças preferem ver não tendo paciência para escutar, por isso, é fundamental fazer uso e exploração frequente do universo sonoro desenvolvendo assim a escuta sensível e ativa nessas crianças.
Na Educação Infantil é uma ótima oportunidade de apresentar à criança os vários ritmos e gêneros musicais, possibilitando a criança se tornar um ser crítico capaz de comunicar-se por meio da diversidade musical. A música também pode ser usada na Educação Infantil na forma de contribuição para o processo ensino-aprendizagem, utilizando seus vários níveis de alcance desde a socialização até o gosto musical da criança.
A música é um instrumento pedagógico importante utilizado pelos professores por trazer contribuições nas disciplinas curriculares: Linguagem oral e escrita, Matemática, Natureza e Sociedade, Artes, Educação Física, o brincar e ainda estreita os laços de amizade. De acordo com os documentos do Referencial Curricular para a Educação Infantil (RCNEI):
A música é a linguagem que se traduz em formas sonoras capazes de expressar e comunicar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio da organização e relacionamento expressivo entre o som e o silêncio. A música está presente em todas as culturas, nas mais diversas situações: festas e comemorações, rituais religiosos, manifestações cívicas, políticas etc.” (BRASIL, 1998, p. 45).
Existem outras possibilidades para um trabalho de linguagem musical podemos destacar: estímulo ao desenvolvimento do instinto rítmico (com ordens para andar, correr, rolar, balançar); marcação da pulsação com palmas e com os pés, dramatizações simples como imitação de animais (seus movimentos e sons); relacionamento do pulso musical à pulsação do coração, fazendo a criança ouvir o coração do amigo, em repouso e depois de correr; apresentação de canções que sugiram movimentos de acordo com a pulsação da música. Além destas, destaca-se a execução de tarefas que marquem o ritmo: quatro batidas no tambor a cada compasso é para correr, quando bater duas vezes para andar; noções de pulsação e andamento (rápido/lento) - cantando uma música, dançando e batucando nos instrumentos no andamento solicitado.
Já na exploração das características do som e propriedades da música o professor pode utilizar-se de canções que façam referência aos diferentes instrumentos musicais e vozes de animais, evidenciando o timbre. Destacando ainda o trabalho com a duração (curtos e longos) pode apresentar brincadeiras de identificação de duração, com execução de determinados programas de acordo com o som produzido. Outra utilidade importante neste trabalho com instrumentos musicais é a sucata, apresentado uma boa alternativa para confeccioná-las.
Seguindo esta linha, a apreciação e interpretação musical utilizando diferentes estilos musicais demonstram que as crianças podem aprender a ouvir e comunicar seus sentimentos. (alegria, tristeza, tensão, amor, amizade, respeito, carinho).
As crianças quando brincam ou interagem com o universo sonoro, acabam descobrindo mesmo que de maneira simples, formas diferentes de se fazer música. Assim sendo, o corpo torna-se um aliado no processo de ensino aprendizagem musical, proporcionando por meio dos diferentes movimentos oportunidades para o aprendizado.
A criança, por meio da brincadeira, relaciona-se com o mundo que descobre a cada dia e é dessa forma que faz música: brincando. Sempre receptiva e curiosa, ela pesquisa materiais sonoros, inventa melodias e ouve com prazer a música de diferentes povos e lugares.” (JOLY, 2003, p. 116).
Como podemos observar a utilização da música na Educação Infantil pode ser diversificada, por meio da música podemos expressar nossas ideias e sentimentos, compreender valores e significados culturais presentes na sociedade ou no grupo onde ela foi criada. Sendo assim, o ensino de música nas escolas da Educação Infantil pode contribuir não só para a formação musical dos alunos, mas principalmente como uma ferramenta eficiente de transformação social, onde o ambiente de ensino e aprendizagem pode proporcionar o respeito, a amizade, a cooperação e a reflexão tão importantes e necessárias para a formação humana.
Também podemos verificar que todas essas características que a linguagem musical pode proporcionar através da aula de música justificam a sua presença na educação infantil.
Referências
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação infantil - Conhecimento de Mundo. Brasília, MEC/SEF 1998 v.3.
BRÉSCIA, Vera Lúcia Pessagno. Educação Musical: bases psicológicas e ação preventiva. São Paulo: Átomo, 2003.
JOLY, Ilza Zenker Leme. Música e Educação Especial: uma possibilidade concreta para promover o desenvolvimento de indivíduos. Revista Educação. Vol.28, nº02. Santa Maria, 2003.



quinta-feira, 15 de maio de 2014

Informática Educativa



ATIVIDADES:SOMBRA, LEITURA, CORES E MATEMÁTICA
LETRA INICIAL
ATIVIDADE DE TRANSCRIÇÃO / USO DO TECLADO


VERBOS

http://www.escolagabrielmiranda.com.br/hotpot/4serie/lucia/lac6.htm

http://www.anossaescola.com/cr/testes/SoniaNogueira/trabalhandoverbos.htm

http://www.anossaescola.com/cr/testes/venirosa/verbos%20_frases.htm

http://guida.querido.net/jogos/portug/ortogr-2.htm

http://www.saladeatividades.com.br/atividades_de_portugues/verbos/textos/

http://rachacuca.com.br/trivia/9/verbos-mais-usados-do-portugues/

ão ou am
http://guida.querido.net/jogos/portug/ortogr-1.htm


SEPARAR E CLASSIFICAR SÍLABAS
http://ultradownloads.com.br/jogo-online/Raciocinio/Separe-em-Silabas/

http://www.escolagames.com.br/jogos/separeSilabas/

http://a77.com.br/alfabetizacao/separacao_silabas_1.php


http://www.nossoclubinho.com.br/jogo-das-bolhas/

LETRA V OU F ?
http://www.nossoclubinho.com.br/wp-content/uploads/2012/08/corrida-do-v-f.swf


__________________________________________________________________
ATIVIDADES DE MATEMÁTICA
http://www.jogoseducativos.hvirtua.com/wp-content/uploads/2013/10/corridamate.swf

PROCURAR COM LUPA - NÚMEROS ESCONDIDOS

http://img6.clickjogos.uol.com.br/dl/c/c3e94d84fdce059a662995944d936b34/src.swf

BRINCANDO COM ARIÊ

http://www.krafthaus.com.br/v2/extras/arie1.htm

ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO COM DEZENAS
3º, 4º E 5º ANOS
http://escola.britannica.com.br/resources/lm/GM_1_18/GM_1_18.htm

QUAL É A OPERAÇÃO?
http://escola.britannica.com.br/resources/lm/GM_1_21/GM_1_21.htm

ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO DE 10 A 20
http://escola.britannica.com.br/resources/lm/GM_1_16/GM_1_16.htm

ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO DE 0 A 10
http://escola.britannica.com.br/resources/lm/GM_1_8/GM_1_8.htm


TODOS OS NÍVEIS

MATERIAL DOURADO – Compondo e decompondo
CÁLCULOS SIMPLES ADIÇÃO ATÉ 20

LIGA PONTOS ATÉ 30 (10,20,30)

CALCULANDO

ATIVIDADES SIMPLES

QUATRO OPERAÇÕES


NÚMEROS VIZINHOS

http://www.exercicios-de-matematica.com/

________________________________________________________________________
OUTROS ASSUNTOS

Pontos Cardeais

http://www.sogeografia.com.br/Jogos/rosaventos.html

http://www.escolagames.com.br/jogos/casaMagica/

Folclore Brasileiro

http://www.folcloreolimpia.com.br/#

http://www.coladaweb.com/cultura/folclore

http://www.qdivertido.com.br/verfolclore.php?codigo=19

http://www.soatividades.com/textos-parlendas-trava-linguas-e-adivinhas-sobre-folclore-para-imprimir/

http://www.suapesquisa.com/folclorebrasileiro/folclore.htm

http://www.suapesquisa.com/musicacultura/proverbios.htm]


APRENDENDO AS HORAS

http://discoverykidsbrasil.uol.com.br/jogos/hora-e-minuto/

http://www.escolagames.com.br/jogos/aprendendoHoras/

http://www.escolovar.org/ingles_relogio_whats-the-time_port.swf

http://www.escolovar.org/mat_tempo0.htm

http://www.escolovar.org/mat_relogio_4relogios_match.dgital-analog.swf

ASTRONOMIA
Diversas atividades sobre Planetas e o Sistema Solar

CORPO HUMANO

FESTA JUNINA

MEIOS DE TRANSPORTE


quarta-feira, 7 de maio de 2014

SER OU NÃO SER .....


Ser mãe NÃO é maravilhoso!


Publicado em julho 11, 2012 por Bia Mendes

Dormir tarde todos os dias com hora pra acordar. Acordar todas as noites sem hora pra voltar a dormir. Mil refeições interrompidas. Festas e eventos perdidos. Cabelo mal cuidado, unhas por fazer, olheiras fundas. Dificuldade imensa de voltar ao peso normal. Toneladas de roupas sujas por dia. Galinha Pintadinha ao invés de Jornal Nacional. Não conseguir tomar banho e ir ao banheiro na hora que bem entender. Estar em segundo plano na sua própria vida.

Oferecer de 6 a 7 refeições de 30 minutos por dia. 8 a 10 trocas de fralda de 8min cada. 1 banho de meia hora (só aí fecharam 5 horas e meia). Trocar de roupa, brincar, contar história, estimular, distrair, ensinar, educar. Levar pra ver bichos, mato, areia. Levar jatos de xixi. Aguentar choro, birra e manha. Correr atrás. Correr atrás. Correr atrás.

Depois de 10 meses, concluí que ser mãe não é maravilhoso. Sinto muito se eu frustrei você. Talvez você possa ter lido na Caras, sobre o quão fácil e delicioso é ter um filho e como todas as famílias são lindas e perfeitas, e como os bebês das revistas não fazem cocô fedido, e como as mães tem tempo pra tudo e são supermulheres... Alô? Planeta Terra chamando!

Repito: Ser mãe não é maravilhoso. 

Maravilhoso é o amor imenso e fora do normal, que me leva fazer TUDO isso – com disposição e  boa vontade  e me faz sentir o ser mais feliz e completo   do mundo. 
O que eu ganho em troca? Sorrisos, gargalhadas e a oportunidade emocionante de acompanhar sua evolução. Parece pouco perante o trabalho que dá. Mas quem é mãe, só quem é mãe, sabe que esse é o amor na sua forma mais simples e verdadeira. Que preenche tudo e me faz dar um sorriso, todas as manhãs, ao acordar e ver a pessoa mais importante da minha vida.



terça-feira, 15 de abril de 2014